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Importar um extrato

Em vez de digitar um mês de compras, leia o arquivo que o seu banco fornece. O Cofre Ink mostra o que entendeu, linha por linha, e grava só as linhas que você mantiver, quando você apertar o botão. O arquivo é um que você mesmo baixa do banco: o Cofre Ink não se conecta a banco nenhum.

Abra Ajustes e depois Dados. No painel O dia a dia, ao lado de Importar um extrato, aperte Abrir a importação. Também dá para apertar Ctrl K (Cmd K no Mac) e escolher Importar extrato.

Você precisa de pelo menos uma conta para receber o arquivo. Sem nenhuma, a tela diz Você ainda não tem uma conta (veja Contas).

A tela de importação antes de escolher o arquivo, com o campo Arquivo do banco(abre a imagem em tamanho real)A tela de importação antes de escolher o arquivo, com o campo Arquivo do banco(abre a imagem em tamanho real)
  1. CSV e XLSX, com as colunas na tela para você conferir.
  2. OFX (também .qfx) e QIF.
  3. JSON: uma lista de lançamentos, ou um objeto em que transactions traz essa lista. Cada lançamento tem happenedOn no formato YYYY-MM-DD e amount em centavos, como número inteiro, negativo para saída, e opcionalmente description, notes e externalId.
  4. PDF: uma fatura de cartão, um extrato de banco ou um comprovante. O Cofre Ink lê o texto que está dentro do PDF com um leitor escrito para o projeto.

Não há reconhecimento de texto em imagem. Um PDF que é um documento escaneado ou uma foto não tem texto dentro, e a tela avisa isso e sugere pedir ao banco o arquivo original, ou usar o CSV, o OFX ou o extrato em planilha.

A cópia feita com Guardar uma cópia na tela Dados não é lida aqui: ela volta por Trazer de volta, na mesma tela (veja Backup e restauração).

  1. Em Arquivo do banco, escolha o arquivo. Ele é lido dentro do seu navegador, e nada é gravado ainda.
  2. Num PDF, um quadro diz com o que o documento parece, como Isto parece uma fatura de cartão, com o banco, o período, o vencimento e o total que o próprio documento informa. Compare esse total com as linhas de baixo.
  3. Confira Em qual conta. O arquivo inteiro entra numa conta só. Muitas vezes o Cofre Ink já escolhe e diz por quê, por exemplo pelos quatro últimos dígitos de um cartão ou pelo nome do banco. Troque se estiver errado.
  4. Leia a linha ao lado: quantos lançamentos foram lidos, quantas linhas ficaram de fora e quantos já entram categorizados pelas suas regras.
  5. Em CSV e XLSX, confira As colunas. Cada coluna tem uma escolha entre Data, Descrição, Valor, Saída, Entrada, Observações, Identificador, Categoria e Ignorar. Corrija a coluna que foi lida como a coisa errada, e a lista muda junto.
  6. Se o arquivo tem uma coluna de Valor, confira Valores positivos neste arquivo. São gastos serve para fatura de cartão, onde toda linha é uma compra. O sinal é do banco serve para extrato, com dinheiro indo e vindo. Quando um arquivo com pelo menos três valores não tem nenhum negativo, o Cofre Ink escolhe São gastos e avisa.
  7. Na tabela, desmarque as linhas que você não quer.
  8. Aperte o botão que diz quantos serão gravados, como Gravar 12 lançamentos. A tela diz quantos foram gravados, e Ver os lançamentos leva para a lista.
  1. Um quadro como 2 parecem já estar aqui conta as linhas que parecem lançamentos que já existem naquela conta. Quando o banco deu o mesmo identificador (o OFX dá), a linha diz O mesmo lançamento e vem desmarcada e travada. Quando só a data, o valor e o começo da descrição batem, ela diz Parece o mesmo e continua marcada para você decidir.
  2. Um PDF não vem em colunas, então algumas linhas dele são lidas por dedução. Um quadro como 3 linhas que eu não tenho certeza de ter entendido conta essas linhas, e cada uma mostra Confira esta: com a linha original do documento embaixo, para você comparar.
  3. As linhas que não deu para ler ficam numa lista como Ver as 3 linhas que ficaram de fora, cada uma com o motivo, como sem data ou sem valor.

Quando nada está em dúvida e nada se repete, um quadro que começa com Está tudo pronto: avisa.

  1. Cada linha vira um lançamento que já aconteceu: dinheiro que entra como receita, dinheiro que sai como despesa. Nada é gravado como transferência nem como previsto.
  2. Todas as linhas são gravadas juntas, ou nenhuma é, no espaço que está aberto.
  3. As categorias vêm das suas regras. Uma coluna Categoria no arquivo não é gravada.
  4. Linhas lidas para uma conta de cartão caem nas faturas certas. Quando o Cofre Ink escolheu a conta pelos quatro últimos dígitos de um cartão seu (ele diz Reconheci pelos quatro dígitos do cartão.) e você mantém essa conta, esse cartão vai em cada lançamento.
  1. O leitor ainda não foi testado com extratos de banco de verdade. Ele foi feito e testado com arquivos escritos para isso, então conte com corrigir as colunas ou o sinal na primeira vez que importar de um banco.
  2. Depois de uma importação que deu certo, este navegador lembra as colunas e o sinal usados para um arquivo com as mesmas colunas, e a conta usada para um arquivo do mesmo formato ou do mesmo banco, e parte deles na próxima vez. Essa memória fica no navegador e não viaja com os seus dados.
  3. Quando um PDF traz o nome do banco, o nome serve para identificar o documento e ajudar a escolher a conta. Isso não é uma lista de bancos suportados, e nenhum banco tem ainda um leitor próprio.
  4. Para ajudar na escolha da conta, preencha Instituição ao criar uma conta, e Quatro últimos dígitos num cartão.
  5. O arquivo é lido no seu aparelho. Com um servidor seu, só as linhas que você manteve vão para ele, e cada importação leva no máximo 3000 lançamentos ali.
  6. O maior arquivo aceito tem 25 MB.
  7. Num espaço compartilhado, quem tem o papel Leitor não consegue importar.

Veja também: Regras que classificam, A lista de lançamentos e Faturas do cartão.